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PF alerta para prazo de registro de armas de fogo

Por: Carlos Cruz

Contrariando algumas pessoas que reclamam da falta de divulgação feita nos meios de comunicação quanto a novo prazo ( 31 de dezembro) para recadastramento de armas, a delegada da Polícia Federal em Santarém, Dra. Graça Malheiros, informou a equipe de O Impacto que a Campanha do Desarmamento está tendo ampla divulgação na mídia. "Se você possui uma arma que não é registrada, não tem documentos, pode entregar na sede da Polícia Federal, para que seja feita uma Guia para que a arma possa ser transportada", disse a Delegada.

A DPF informou que se este procedimento não for efetuado no prazo, a pessoa que estiver de posse da arma que não é registrada pode ser presa em flagrante, pela Polícia, seja Federal, Militar, Civil ou até Rodoviária. "O prazo de 31 de dezembro é para registrar a arma", disse a Delegada.

Dra. Graça Malheiros confirmou que no dia 31 de dezembro, qualquer arma que tenha registro ou não, tem que ser cadastrada. Ele explicou que este procedimento está sendo adotado, porque antes as armas de fogo eram registradas apenas na Polícia Civil. Depois da aprovação de uma Lei recente, esses registros "caducaram", vão ser feitos na PF até o dia 31 de dezembro.

Para fazer o registro das armas, basta passar na sede da Polícia Federal, na Rodovia Cuiabá, área urbana, munido de cópias autenticadas da Carteira de Identidade (RG), CPF, Título de Eleitor, Comprovante de Residência, Documento da Arma ou Nota Fiscal da mesma.

Funcionário da PF morre em naufrágio de bajara

O funcionário da Polícia Federal, Pedro Édson de Sousa Castro, morreu na tarde da última segunda-feira, 15, na comunidade de Cajutuba, município de Belterra, Oeste do Pará, vitima de afogamento. O acidente aconteceu por volta das 17h, quando Pedro Castro e seu irmão pescavam em uma canoa, porém, em um determinado momento a pequena embarcação não resistiu a forte maresia do rio Tapajós e naufragou, vitimando o funcionário federal. Já seu irmão conseguiu nadar até às margens do rio e pedir socorro.

Testemunhas afirmam que minutos após o acidente, o corpo de Pedro Castro foi encontrado boiando nas águas do Tapajós. Depois da constatação do acidente, o corpo de Pedro Castro foi removido para o Centro de Perícias Cientificas Renato Chaves (CPC) em Santarém e, após a necropsia foi liberado para os familiares.

A Polícia Civil abriu inquérito para apurar o fato, no sentido de elucidar o caso, haja vista que Pedro Castro trabalhava como motorista no departamento de Polícia Federal em Santarém.