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Barbaridade
Matou a família envenenada e queimou
os corpos

Chicão confessou friamente o assassinato dos pais e irmãos,
assassino aponta ao delegado Germano, onde enterrou os corpos
Por: Carlos Cruz
Um crime que pode ser considerado como digno de figurar entre
os mais bárbaros de toda a história policial, aconteceu na
localidade de Miriti, distante 40 quilômetros do município de
Alenquer, no Oeste do Pará. O agricultor Francisco Camelo Filho, “Chicão”,
25 anos, assassinou friamente seus pais, mais três crianças, que
seriam seus irmãos. O cachorro, o gato e o papagaio, só escaparam da
sina assassina do “Chicão”, por que fugiram para bem longe do
“amaldiçoado”.
Segundo relatos colhidos no local pela equipe de O Impacto,
“Chicão” era dado a práticas de magia negra, inclusive existem
testemunhas em Miriti, onde morava o assassino, que juram que o
rapaz por diversas vezes chegou a fazer pactos com o “Demônio”, sem
do que em uma destas deu a alma a Satanás.
O crime foi friamente arquitetado por Francisco “Chicão”, que
em um almoço, conseguiu colocar veneno para matar ratos na comida
que foi servida para seu pai, sua mãe e seus irmãos, sem que eles de
nada soubessem.
Assim que a família foi atingida pelo veneno, tendo morte
fatal, ele arrastou os corpos para uma caieira e no local, ateou
fogo nos mesmos. Os corpos ficaram três dias ardendo em brasas,
enquanto “Chicão” assistia a cena macabra.
Descoberta - Um crime desses, em localidade mais que distante
da sede do município de Alenquer, como é Miriti, dificilmente seria
descoberto. O que só aconteceu porque Francisco, dias depois do
bárbaro assassinato do qual foi autor, passou a desfilar entre os
vizinhos usando no pescoço um cordão de ouro que pertencia a seu
pai, jóia de estimação da qual o “velho” nunca se separava. Um
vizinho desconfiou que algo de errado estava acontecendo e perguntou
a “Chicão” por seu pai. “Ele disse que estavam todos viajando,
inclusive o pai”, declarou uma testemunha.
Acontece que os vizinhos e conhecidos do agricultor, pai do
criminoso, não acreditaram na estória furada inventada por “Chicão”
e aproveitando um momento em que ele estava longe de casa,
resolveram investigar. Procurando pelo amplo terreiro onde está
localizada a casa onde moravam, encontraram as ossadas e roupas
queimadas da família.
Preso, Francisco admitiu o crime e ainda tentou justificar,
dizendo que o pai “merecia a lição, por que o maltratava e
humilhava-o muito e, ainda, o ameaçou de morte.
Segundo o criminoso, a família foi envenenada na própria casa
onde moravam. Francisco teria preparado a comida e colocado veneno
(Raticida) dentro. Ele pacientemente esperou todos morrerem para
depois arrastar os corpos até uma caieira, onde colocou fogo nos
corpos. Esperou três dias até que somente cinzas restassem do
“churrasco familiar humano”.
O crime macabro chocou a população alenquerense, sendo que
uma multidão se reuniu em frente da Delegacia de Polícia para tentar
fazer justiça com as próprias mãos, mas os mais exaltados foram
contidos pela equipe comandada pelo delegado Garmano do Valle.
Temendo uma outra tentativa de linchamento, o Delegado encaminhou o
preso para Santarém, onde foi transferido para a Presídio do
Cucurunã. Na cadeia, com certeza o especialista em “espetinho da
família”, vai ficar na salmoura por muito tempo.
Traficante assassinado com tiros à queima roupa
Por: Manoel Cardoso

O Serviço de Inteligência da 16ª Seccional de Polícia Civil
continua investigando as causas de dois homicídios que ocorreram no
último final de semana em Santarém, no Oeste do Pará. O primeiro,
Waltenis Feitosa da Silva, 19 anos, foi assassinado por um disparo
de arma de fogo, desferida por um elemento ainda não identificado
pela Polícia. O crime aconteceu por volta das 22 horas do último
sábado, 30, na rua Palmares, próximo a ponte do bairro da Área
Verde.
Após ser encontrado por populares, o corpo de Waltenis foi
removido para o Centro de Perícias Cientificas Renato Chaves para
ser submetido ao exame de necropsia e, em seguida foi liberado para
seus familiares realizarem o sepultamento. A Polícia Civil informou
que está trabalhando no sentido de descobrir o autor do homicídio,
haja vista que Waltenis teve várias passagens pela Seccional, onde
respondia principalmente pelo crime de furto.
Outro crime aconteceu na madrugada da última segunda-feira,
01, no bairro da Liberdade. Adriel Matos Vinholte, 26 anos, vulgo “Jason”,
foi encontrado morto por populares na Praça da Liberdade
apresentando vários tiros pelo corpo. Era por volta de 2 horas da
manhã, quando dois homens numa motocicleta, modelo XTZ, de cor azul,
abordaram Jason e dispararam dois tiros à queima-roupa. Ele não
resistiu aos ferimentos e morreu no local do crime. O corpo de
Adriel foi removido para o Centro de Perícias Cientificas Renato
Chaves e, depois de ser submetido ao exame de necropsia, foi
liberado para os familiares realizarem o sepultamento.
De acordo com o delegado Nelson Silva, em relação aos dois
crimes, a Polícia já tem algumas informações sobre os autores, que a
qualquer momento podem ser pegos para responder judicialmente pelo
delito que cometeram. “Os dois homicídios que aconteceram em
Santarém até agora não foram esclarecidos e, ainda não se tem nenhum
suspeito identificado, mas estamos trabalhando no sentido de
elucidar os casos”, garante o Delegado, lembrando que Adriel Matos
tinha várias passagens pela Polícia, onde respondia pelo crime de
Tráfico de Entorpecente.
Mulher denuncia amante por agressão física
Por:
Manoel Cardoso
Mais um caso de violência contra a mulher ocorreu esta semana
em Santarém. A doméstica Aila Cristiane Pinheiro Neves, 20 anos,
procurou a Seccional de Polícia na noite da última segunda-feira,
01, para registrar um Boletim de Ocorrência denunciando o próprio
amante, Ailton Valdez, de 43 anos, por agressão física. Ela conta
que não foi a primeira e nem a segunda vez que Ailton lhe agrediu
fisicamente e, desta vez as causas podem está atribuídas a
ciúmes.
Aila Cristiane relata que naquele dia foi passear sozinha na
praia do Maracanã, quando seu amante ligou perguntando onde ela
estava, porém, após retornar à tarde, foi até a empresa em que
Ailton trabalha, que por se achar ofendido pensando que a doméstica
estava lhe traindo com outra pessoa, começou a lhe xingar,
chamando-a de puta e, comparando-a que não era igual a esposa dele.
A doméstica diz, ainda, que naquela mesma noite Ailton começou a lhe
agredir, dando-lhe um soco no olho direito, além de bater na sua
cabeça e em várias partes do seu corpo.
“Estou com o Ailton há cerca de dois anos e seis meses, com
quem também tenho uma filha de dois anos, fruto de um relacionamento
extracon-jugal, mas a esposa dele sabe de tudo”, afirma Aila
Cristiane, dizendo que a primeira vez que seu amante lhe agrediu,
ficou com os braços e o pescoço roxos, mas desta vez deixou um
grande hematoma, conseqüência de um forte murro no olho.
Segundo Aila Cristiane, até o momento só mantinha um único
caso amoroso, somente com Ailton Valdez, mas sua família não apoia o
romance, por não aceitarem as agressões que a doméstica recebe por
parte do amante. “Minha família não gosta dele e, por eles já teriam
acabado com a vida do Ailton, mas a mulher dele sabe que ele tem um
caso extraconjugal comigo”, confirma a doméstica.
A Polícia Civil informou que abriu inquérito para apurar as
causas da violência que a doméstica Aila Cristiane vem sofrendo por
parte do amante Ailton Valdez, no sentido de elucidar o caso.
Polícia caça suspeitos da morte de Denise

Por: Mauro Torres // Free Lancer
A Polícia continua investigando o homicídio ocorrido no
último sábado por volta das 16 horas, no km 80 da Transamazônica. Na
manhã de terça-feira, a Polícia Civil esteve No hospital municipal,
para colher o depoimento da sobrevivente Tatiane Portela. Segundo
informou o sargento Antônio Luis, da PM, Tatiane teria revelado os
nomes de três pessoas envolvidas e que, na verdade, o assalto seria
apenas uma armação para matar Denise Rodrigues da Silva, que estava
sabendo do desvio de ouro da empresa Mineradora Serabi Mineração.
O escrivão Haroldo Macedo, que esteve no hospital registrando
o depoimento de Tatiane, também confirmou os nomes de Dorgival, Alex
e Andrade como principais acusados do crime. Com os nomes dos
acusados as polícias Civil e Militar estão à procura dos três
suspeitos de envolvimento no crime, para que possam dar explicações
sobre o homicídio de Denise Rodrigues, de 19 anos, e a tentativa de
homicídio contra Tatiane Portela.
Tatiane, que está se recuperando aos poucos, já foi
transferida para outra cidade. O destino da mulher não foi revelado
pela Polícia Civil, como forma de proteger a testemunha. A moça é a
peça-chave para desvendar o crime, que chocou a opinião pública,
pelo requinte de crueldade com que foi cometido.
Denise foi morta a tiros, depois de ter sido seqüestrada
junto com a amiga Tatiane. Esta, por sua vez, conseguiu escapar
fingindo estar morta. Depois de conseguir carona, do Km 80 até a
cidade de Itaituba, ela conseguiu acionar a Polícia e retornar ao
local do crime, onde o corpo de Denise foi encontrado e resgatado. A
Polícia não descarta uma possível queima de arquivo.
Homicídio desvendado três anos depois
Por: Mauro Torres // Free Lancer
O homem que aparece morto na foto é um desconhecido. Foi
assim que ele foi sepultado, três anos atrás, na comunidade de
Moraes de Almeida, a 420 quilômetros de Itaituba, na rodovia
Trans-garimpeira. Identificado apenas pelo apelido de "Chico", o
homem foi morto depois de uma discussão que aconteceu em um bar. Sem
nenhuma pessoa presa e apenas a materialidade do crime em mãos, o
destacamento da Polícia Militar coletou alguns depoimentos e
autorizou o sepultamento.
A reviravolta veio três anos depois, quando o autor do
homicídio foi visto circulando livremente por Itaituba. Deusalte
Lucindo de Oliveira foi conduzido à presença do delegado José
Carlos, titular do inquérito, que tomou o depoimento do acusado.
O delegado José Carlos Rodrigues, res-ponsável pelo
inquérito, diz que este caso, em particular, mostra a integração que
existe entre as polícias Militar e Civil, além das dificuldades
encontradas para garantir a segu-rança, especialmente nessas
locali-dades distantes da sede do Muni-cípio. São mais de um milhão
de quilômetros quadrados, de um extremo ao outro, o que impede uma
atuação mais eficiente das polícias. Neste caso, pelo menos, um
crime foi solucionado, o que nem sempre acontece.
Trabalhador morre ao cair em poço
Por: Mauro Torres //Free Lancer
Valdir da Silva de
Sousa, 27, trabalhava em uma banca de venda de relógios na travessa
13 de Maio, bairro da Bela Vista, em Itaituba. Ele foi visto vivo
pela última vez por volta das 21h30 da última sexta-feira (30/08).
Segundo o proprietário da casa onde Valdir morava, ele chegou do
trabalho e foi tirar água do poço para tomar banho. O jovem não foi
mais visto.
Francisco José dos
Santos, o dono da casa, disse que, só mais tarde, a falta do rapaz
foi percebida pela vizinhança, que estranhou o fato de ele não ter
mais aparecido, como era costume. Alguém, com curiosidade, foi olhar
no poço com cerca de quinze metros de profundidade, escavado no
quintal, e deparou com o corpo de Valdir.
Uma guarnição do
Corpo de Bombeiros foi acionada e chegou ao local minutos depois. De
acordo com o tenente Wagner, comandante da guarnição, ao perceber
que o homem já era cadáver, os Bombeiros decidiram retornar no dia
seguinte parra fazer a remoção. "Em caso de a vítima já ter ido a
óbito, é feito o isolamento da área e podemos retornar para o
resgate do corpo", disse o tenente.
Um grande número de
populares acompanhou o trabalho do Corpo de Bombeiros, que, mais uma
vez, foi criticado pela comunidade, que queria mais agilidade no
resgate do corpo.

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