Artigo

José Alves

A CORRIDA ELEITORAL EM MOJUÍ DOS CAMPOS

Só faltam poucos dias para que o povo de Mojuí dos Campos decida em quem vai votar. Seja para o Executivo, seja para o Legislativo. Nesta reta final é possível notar que tem gente que não se preocupa com o destino do novo Município e nem com o seu povo. Só pensa e age de forma individual.

Nos últimos dias o que se nota é o aumento da rivalidade. Tudo em função do medo da derrota. Sempre aparece alguém que se acha eleito antecipadamente. Conta com o ovo antes da galinha botar. A ciumeira pode levar à violência. Isto é coisa de quem não suporta viver na democracia.

Estávamos no bairro de “Alto Alegre” quando pessoas, certamente incentivadas por concorrentes, começaram a provocar de maneira debochada e com falta de respeito a candidata à prefeita, professora Maria do Carmo que se encontrava no palanque para iniciar um grande comício em meio amassa popular. Felizmente foram contidos. A programação continuou normalmente. Uma grande carreata já tinha sido realizada pelas ruías de Mojuí dos Campos.

Fomos surpreendidos com uma entrevista em nosso “Jornal O Impacto”, onde o vereador Jailson e candidato a Prefeito de Mojuí dos Campos, dizia que “O PMDB só pensa no poder”. Será que ele não pensa no poder? Queremos saber qual é o partido que não busca o poder. Qualquer pessoa que concorre às eleições pensa no poder Executivo ou Legislativo. O importante mesmo é pensar no povo antes e depois do voto nas urnas.

O Mojuí dos Campos tem apenas duas candidaturas à Prefeitura. O mandato conseguido será tampão. Vai até a próxima disputa em 2012. É o tempo que se tem para que o Município seja instalado. Por isto mesmo, quem se eleger deverá alinhar-se ao governo Federal, Estadual e ao Município mãe, que é Santarém, até se estabelecer definitivamente.

Uma análise mais realista nos leva a entender, sem nenhum exagero, que a professora Maria do Carmo se enquadra perfeitamente naquilo que representa o desejo do povo e o melhor para Mojuí dos Campos. Teve toda uma luta para emancipação do novo Município. Isto lhe assegura o direito de receber o voto consciente dos eleitores.

Se for ao contrário, a história muda. O prejuízo vai para cima do povo.

O que se tem observado é o comportamento daqueles que eram totalmente contrários a emancipação de Mojuí dos Campos. Não só votaram contra no momento do Plebiscito como fizeram campanha, visando derrubar a criação do Município, uma vez que consideravam a região curral eleitoral. Hoje se apresentam como pai da criança. Será que dá para confiar?