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A CORRIDA ELEITORAL EM MOJUÍ DOS CAMPOS
Só faltam poucos dias para que o povo de Mojuí dos Campos
decida em quem vai votar. Seja para o Executivo, seja para o
Legislativo. Nesta reta final é possível notar que tem gente que não
se preocupa com o destino do novo Município e nem com o seu povo. Só
pensa e age de forma individual.
Nos últimos dias o que se nota é o aumento da rivalidade.
Tudo em função do medo da derrota. Sempre aparece alguém que se acha
eleito antecipadamente. Conta com o ovo antes da galinha botar. A
ciumeira pode levar à violência. Isto é coisa de quem não suporta
viver na democracia.
Estávamos no bairro de “Alto Alegre” quando pessoas,
certamente incentivadas por concorrentes, começaram a provocar de
maneira debochada e com falta de respeito a candidata à prefeita,
professora Maria do Carmo que se encontrava no palanque para iniciar
um grande comício em meio amassa popular. Felizmente foram contidos.
A programação continuou normalmente. Uma grande carreata já tinha
sido realizada pelas ruías de Mojuí dos Campos.
Fomos surpreendidos com uma entrevista em nosso “Jornal O
Impacto”, onde o vereador Jailson e candidato a Prefeito de Mojuí
dos Campos, dizia que “O PMDB só pensa no poder”. Será que ele não
pensa no poder? Queremos saber qual é o partido que não busca o
poder. Qualquer pessoa que concorre às eleições pensa no poder
Executivo ou Legislativo. O importante mesmo é pensar no povo antes
e depois do voto nas urnas.
O Mojuí dos Campos tem apenas duas candidaturas à Prefeitura.
O mandato conseguido será tampão. Vai até a próxima disputa em 2012.
É o tempo que se tem para que o Município seja instalado. Por isto
mesmo, quem se eleger deverá alinhar-se ao governo Federal, Estadual
e ao Município mãe, que é Santarém, até se estabelecer
definitivamente.
Uma análise mais realista nos leva a entender, sem nenhum
exagero, que a professora Maria do Carmo se enquadra perfeitamente
naquilo que representa o desejo do povo e o melhor para Mojuí dos
Campos. Teve toda uma luta para emancipação do novo Município. Isto
lhe assegura o direito de receber o voto consciente dos eleitores.
Se for ao contrário, a história muda. O prejuízo vai para
cima do povo.
O que se tem observado é o comportamento daqueles que eram
totalmente contrários a emancipação de Mojuí dos Campos. Não só
votaram contra no momento do Plebiscito como fizeram campanha,
visando derrubar a criação do Município, uma vez que consideravam a
região curral eleitoral. Hoje se apresentam como pai da criança.
Será que dá para confiar? |